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Blog
03
Jul
2019
Ômega 3 e Ômega 6

Ômega 3 e Ômega 6

Os ácidos Ômega 3 (Àcido Linolênico) e o Ômega 6 (Ácido Linoléico) são assim denominados pela posição da insaturação contada a partir do último carbono, o carbono ômega. São considerados de cadeia longa por possuirem 18 carbonos.

 

 

São ácidos graxos essenciais pois precisam ser ingeridos pelo homem, porém são modificados principalmente no fígado por enzimas alongases e dessaturases servindo como precursor de ácidos graxos maiores. Como competem pelas mesmas enzimas, é importante uma relação segura entre os dois ácidos polinsaturados, para que o excesso de um não interrompa a via biossintética do outro. As populações tem diferentes proporções desses lipídios em suas dietas, mas sabe-se que em geral uma quantidade maior de ômega 6 é ingerida em relação ao ômega 3.

 Quanto aos efeitos fisiológicos, os ácidos graxos polinsaturados apresentam múltiplas funções metabólicas, na resposta inflamatória, na composição e funcionalidade das membranas celulares, bem como na visão e sistema nervoso central. O ômega 6 é precursor do ácido aracdônico, que por sua vez é precursor de mediadores inflamatórios; já o ômega 3 apresenta ação antinflamatória.

Atualmente, a busca de fontes alternativas e complementares de ácidos graxos poli-insaturados ômega 3 tornou-se uma necessidade, a fim de se alterar a razão entre os ácidos ômega-6/ômega-3 ingeridos. Porém, estudos complementares são necessários para estabelecer os malefícios e benefícios da suplementação destes lipídios.

Ana Paula Magalhães

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